domingo, 9 de setembro de 2012

CONTAMINAÇÃO DOS METAIS PESADOS


O preço que a civilização nos cobra é muito alto. Na busca desenfreada do conforto e do progresso, nos esquecemos de respeitar a natureza e produzimos um alto grau de contaminação ambiental.
Entre as substâncias tóxicas que contaminam nosso organismo estão os metais pesados, os grandes geradores dos radicais livres que vão causar as doenças. Mas até minerais necessários como o cálcio podem se tornar tóxicos em excesso. A biorressonância nos permite descobri-los em seu organismo… e a homeopatia nos permite eliminá-los. Aprenda a conhecê-los e saiba o mal que eles podem causar!
Alumínio - Dormências quando se fica na mesma posição ou se cruza as pernas; grande oleosidade no couro cabeludo e queda de cabelos; descalcificação dos ossos e dentes causando osteoporose; depósitos no cérebro, característicos do mal de Alzheimer - estes são sintomas da contaminação pelo alumínio.
Contaminação: panelas e utensílios de cozinha (proibidos na Europa), latas de refrigerantes e cervejas, comidas congeladas em quentinhas, antiácidos, desodorantes antitranspirantes, leites e sucos de frutas em caixas forradas com alumínio, assim como máquinas de hemodiálise.
Bário - provoca retardo mental nas crianças e perda de memória nos adultos, degeneração das artérias com tendência a derrames e aneurismas, enfraquecimento do fêmur e destruição óssea do maxilar.
Contaminação: venenos para ratos, pigmentos para pintura e cerâmica, certas águas minerais, refrigerantes e cervejas em lata e alguns contrastes radiológicos.
Boro - Salivação, náuseas, vômitos, insuficiência renal, ondas brilhantes diante da vista, encurvamento dos cílios para dentro, produção de leite sem estar amamentando, regras adiantada e corrimento em clara de ovo, psoríase nas unhas e outros sintomas podem ser produzidos por excesso de boro.
Contaminação: ácido bórico usado em inseticidas e em produtos farmacêuticos como a água boricada e polvilhos anti-sépticos.
Cádmio - Causa náuseas, vômitos e diarréia em pequenas proporções, mas a intoxicação crônica pode atacar os rins, levando à perda de proteína, cálculos renais e desmineralização óssea. A perda do olfato e o câncer de próstata são outros aspectos negativos do cádmio, que também provoca hipertensão, toxemia gravídica, redução das defesas imunológicas e dificuldade de aprendizado.
Contaminação: Frutos do mar (especialmente mariscos), cigarros, tintas, soldas, plásticos, etc.
Cálcio - Embora indispensável ao organismo, o consumo excessivo de remédios contendo cálcio causa suores ácidos na cabeça, assaduras, brotoejas, obesidade concentrada no abdome, costas e braços, tártaro e cálculos renais, assim como ansiedade e medo do futuro.
Contaminação: medicamentos à base de cálcio para pediatria, geriatria e osteoporose, como o cálcio de ostras.
Chumbo - Ataca o sistema nervoso, produzindo mania de perseguição e crueldade, tumores cerebrais, câncer de mama, convulsões, alucinações, paralisias e impotência, sem falar nas fortes dores de estômago e cólicas menstruais e intestinais, tornando as fezes finas por contração do ânus.
Contaminação: Produtos para escurecer cabelos, gasolina com chumbo, casas com canos antigos, latas de refrigerantes e cervejas e pigmentos para pintura.
Cobre - Causa asma, cãibras, epilepsia, espasmos, psoríase, hipertensão, deficiência imunológica, esquizofrenia e a doença de Wilson, que se caracteriza por degeneração do fígado e do cérebro.
Contaminação: Piscinas (filtros à base de cobre e colocação nas mesmas de sulfato de cobre e algicidas), assim como canalizações para água quente.
Enxofre - Embora seja o elemento mais encontrado nos cabelos, unhas e pele, a intoxicação pelo enxofre causa dores na coluna e crises de ciática, aliviadas ao deitar-se de lado com as pernas encolhidas. Também causa grande calor nos pés, levando as pessoas a dormir com os mesmos descobertos. Herpes de repetição, perda da memória para nomes próprios, irritabilidade, desatenção com a aparência, falta de asseio, enurese noturna, medo de se afogar e aversão ao banho são outros sintomas da intoxicação pelo enxofre.
Contaminação: sulfas, conservantes de sucos de frutas, polvilhos anti-sépticos, cremes e sabonetes antiacne, uvas e derivados (sucos e vinhos) etc.
Ferro - Outro elemento indispensável ao organismo que não pode ultrapassar certos valores no sangue, como a ferritina (máximo 80). A administração de sulfato ferroso, comum no Brasil, é condenada pela OMS. Além de causar depósitos no fígado, o excesso de ferro facilita a entrada no organismo dos bacilos da tuberculose e da lepra, assim como dos vírus da malária, do dengue e da febre amarela. Grande ativador de radicais livres, o ferro descalcifica os ossos, causando osteoporose, cálculos renais e infartos. Além disso, a maior parte das anemias hoje encontradas não se deve à falta de ferro.
Contaminação: medicamentos contra anemia, encanamentos enferrujados, panelas de ferro, etc.
Flúor - Causa indiferença com os entes queridos, depressão por eliminar o lítio do organismo, incapacidade de assumir responsabilidades, queda de cabelo crônica, fístulas, varizes, hemorróidas, flebites, estrias, flacidez, celulite, dificuldade de cicatrização, catarata e outros problemas de saúde.
Contaminação: dentifrícios, bochechos e aplicações diretas pelos dentistas. A fluoretação da água vem sendo abandonada por vários países devido aos efeitos tóxicos deste elemento.
Fósforo - Osteoporose por perda de cálcio e magnésio, aterosclerose (obstrução arterial), perda dos dentes e psicose maníaco-depressiva, catarata, degeneração gordurosa do fígado, predisposição a hepatite e a hemorragias são alguns dos muitos sintomas produzidos pela intoxicação por fósforo.
Contaminação: agrotóxicos e inseticidas organofosforados.
Iodo - Grande ansiedade, com súbitos impulsos a correr, à violência e até ao suicídio, são alguns sintomas mentais do excesso de iodo no organismo. Acne, cistos sebáceos, miomas e nódulos na tiróide (tiroidite de Hashimoto) são sintomas físicos desse excesso, hoje muito comuns.
Contaminação: Sal de cozinha (ao qual é adicionado iodo, obrigatoriamente, por lei de quase 50 anos atrás), xaropes de iodeto de potássio e produtos de uso local.
Magnésio - Em excesso provoca distensão abdominal por gases, intensas dores nevrálgicas, queda de pressão, espasmos musculares, fadiga, sonolência e perda de reflexos.
Contaminação: Consumo excessivo de antiácidos, laxantes, talcos para pés, etc.
Manganês - Psicose e sintomas neurológicos como perda da expressão facial, ausência do ato de piscar, gagueira e insônia, assim como dificuldade para caminhar e falta de comando motor nas pernas, tremores nas mãos, rigidez dos membros e outros sintomas similares à doença de Parkinson: estes são alguns dos sintomas da intoxicação por manganês.
Contaminação: permanganato de potássio, fogos de artifício, cervejas em lata.
Mercúrio - A intoxicação gradativa pelo mercúrio afeta em primeiro lugar o cérebro, causando perturbações emocionais e psicológicas, acompanhadas de grande irritabilidade, falta de concentração, timidez, indecisão, cansaço e sonolência. Também é a principal causa de colites, diverticulites e lesões renais.
Contaminação: desodorantes contendo calomelano, peixes e crustáceos de rios e do mar, tintas, poliuretanos, termômetros quebrados, garimpos de ouro, etc.
Níquel - A alergia a brincos e pulseiras de bijuteria é um dos sintomas de contaminação pelo níquel, mas seu maior perigo é o câncer do pulmão e dos seios da face.
Contaminação: latas de conservas douradas, bijuterias, objetos de adorno e até pelas cordas de instrumentos musicais como o violão.
Prata - O contato persistente com a prata causa manchas cinzentas na pele do rosto, grande ansiedade, medo de altura, incapacidade de ficar parado, tendência a fazer tudo depressa e a acelerar os outros, sensação de cabeça ôca, sonhos com cobras, abismos e insetos voadores.
Contaminação: jóias de prata e produtos fotográficos.
Selênio - Tristeza e melancolia, dores de cabeça agravadas pelos perfumes, cheiros fortes ou chá, impotência e ejaculação precoce, irritação dos olhos e inflamação das pálpebras, persistente cheiro de alho na boca, irritabilidade e fadiga excessivas são todos sintomas de intoxicação pelo selênio, que atualmente é receitado abusivamente. Nas gestantes, o excesso desse metal pode provocar aborto e deformações fetais.
Contaminação: xampus anticaspa e medicamentos antioxidantes.
Zinco - Perda da concentração e memória, repetitividade de gestos e pensamentos (balançar o pé ou a perna, enrolar a ponta do cabelo, roer unha, perguntar a mesma coisa, cantarolar o dia todo a mesma música) são características de excesso de zinco, também causa inquietação nas pernas à noite e má circulação, assim como sérias dificuldades de aprendizado escolar.
Contaminação: cremes, pomadas, talcos, xampus e até colírios contendo zinco, assim como alguns medicamentos antiestresse, antioxidantes e cálcio de ostras para osteoporose.


G4
PROBLEMAS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO

Os atuais níveis de poluição tem gerado diversos problemas nos grandes centros urbanos. A saúde do ser humano, por exemplo, é a mais afetada com a poluição. Doenças respiratórias como a bronquite, rinite alérgica, alergias e asma levam milhares de pessoas aos hospitais todos os anos. 

A poluição também tem prejudicado os ecossistemas e o patrimônio histórico e cultural em geral. Fruto desta poluição, a chuva ácida mata plantas, animais e vai corroendo, com o tempo, monumentos históricos. 

Recentemente, a Acrópole de Atenas teve que passar por um processo de restauração, pois a construção milenar estava sofrendo com a poluição da capital grega. O clima também é afetado pela poluição do ar. O fenômeno do efeito estufa está aumentando a temperatura em nosso planeta. Ele ocorre da seguinte forma: os gases poluentes formam uma camada de poluição na atmosfera, bloqueando a dissipação do calor. Desta forma, o calor fica concentrado na atmosfera, provocando mudanças climáticas. 

Futuramente, pesquisadores afirmam que poderemos ter a elevação do nível de água dos oceanos, provocando o alagamento de ilhas e cidades litorâneas. Muitas espécies animais poderão ser extintas e tufões e maremotos poderão ocorrer com mais freqüência. 

O homem tem procurado soluções para estes problemas. A tecnologia tem avançado no sentido de gerar máquinas e combustíveis menos poluentes ou que não gerem poluição. 

Muitos automóveis já estão utilizando gás natural como combustível. No Brasil, por exemplo, temos milhões de carros movidos a álcool, combustível não fóssil, que poluí pouco. Testes com o hidrogênio tem mostrado que num futuro bem próximo, os carros poderão andar com um tipo de combustível que lança, na atmosfera, apenas vapor de água. 



G4

PESSOAS QUE SOBREVIVEM DO LIXO

Alimento, trabalho e moradia. É disso que pessoas de baixa renda saem à procura nos lixões das grandes cidades. Mas isso gera vários problemas, pois elas vivem precariamente. A situação se agrava quando o lixo residencial é jogado próximo ao hospitalar, o que é feito grande parte das vezes e cria um risco maior aos que vivem expostos aos detritos, podendo haver contaminação. Muitas vezes o lixo hospitalar contém agulhas e remédios vencidos que, se utilizados, poderão causar vários danos à saúde.

O lixo residencial também pode ser muito perigoso quando consumido, pois nele se encontram produtos em mau estado de conservação ou deteriorados, que podem levar à morte. Mas há também outro grave problema nos lixões das grandes cidades: são as crianças que, em vez de estudar, ficam nos lixões para ajudar suas famílias. E o número de pessoas que vive dos lixões só tende a crescer, pois há cada vez mais brasileiros passando necessidade.

Existem órgãos que tentam ajudar essas pessoas, retirando as crianças dos lixões, levando-as para a escola e doando alimentos às suas famílias. Mas, além disso, é preciso que haja conscientização de que esse é um problema realmente sério que precisa ser solucionado.




G4

sábado, 8 de setembro de 2012

Teoria x Prática

Alunos da EE Irene Dias Ribeiro e EE prof. João Augusto de Mello, fazem sacolas de jornal praticando a reduzação do uso de sacolas plástica e a reciclagem do jornal, como estudaram durante o projeto.






sexta-feira, 7 de setembro de 2012

PROBLEMAS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO

As substâncias tóxicas contidas nos gases e fumaças que poluem as cidades não agem apenas sobre s a saúde das pessoas e dos animais que as habitam, mas sobre as plantas. Algumas dessas substâncias provocam clorose, uma espécie de doença dos vegetais que torna suas folhas amareladas. Outros causam necrose ou manchas escuras como se fossem queimaduras. Esses efeitos podem ser tão severos a ponto de provocar a morte dos vegetais ou, às vezes, até de grandes áreas de floresta, de acordo com a direção dos ventos predominantes que arrastam poluentes.No estado de SP grande parte de mata foi destruída por gases e matérias tóxicas provenientes das indústrias localizadas na cidade de Cubatão. A morte da vegetação, por sua vez provocou o deslizamento do solo em várias partes da serra, o que resultou em avalanches que soterraram vales e rios.
Efeitos da Poluição
O primeiro é sobre o próprio ar, na alteração de sua composição e na perda de sua transparência. A partir daí, danifica os materiais pela corrosão enfraquecimento a perda da coloração. As plantas sofrem o efeito em suas folhas. Nas cidades poluídas, as plantas vão-se definhando até morrer.
A ONU prevê, para cada habitante de uma cidade, pelo menos 12m2 de área verde. São Paulo possui 1,5m2 . A saúde humana e animal, entretanto, é a maior vítima da poluição. A poluição pode ocasionar: a irritação dos olhos doenças crônicas do aparelho respiratório, insuficiência no transporte do oxigênio pela hemoglobina, perturbações nervosas e outros. Em casos de inversão térmica demorada foram registrados casos de morte na Inglaterra e Estados Unidos.
Os efeitos econômicos são representados pelos gastos dos Poderes Públicos e da População com remédios e pelos prejuízos à produtividade, ocasionados pela ausência ou mudanças de comportamento dos empregados. Os efeitos sociais são a irritabilidade e o mau humor, que dificulta o relacionamento entre as pessoas.
Poluição Prejudica o Desenvolvimento dos Pulmões
As crianças que cresceram na área mais poluída tinham uma probabilidade cinco vezes maior de ter pulmões com funcionamento prejudicado, de acordo com estudos. Isto faz com que aumente o risco de doenças pulmonares, ataque cardíaco e morte, disseram as autoras dessa pesquisa ao “New England Jornal of Medicine”. Segundo os cientistas, este foi o estudo mais longo já feito sobre o impacto da poluição do ar na saúde infantil.
Desenvolvimento Prejudicado
A equipe da escola de Medicina Keck, da universidade do Sul da Califórnia, descobriu que crianças expostas desde o nascimento ao ar poluído tinham desempenho pior em testes respiratórios. As doenças respiratórias como bronquite e rinite levam milhares de pessoas aos hospitais todos os anos.
Poluição Atmosférica
A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou que três milhões de pessoas morrem anualmente devido aos efeitos da poluição atmosférica. Isto representa o triplo de pessoas que morrem em acidentes automobilísticos. Um estudo publicado na revista inglesa “The Lancet”, em 2000, concluiu que a poluição atmosférica na França, Áustria e Suíça, é responsável por mais de 40.000 mortes anuais, nesse três países. Cerca de metade dessas mortes deve-se à poluição causada pelas emissões dos veículos.Entre os poluentes atmosféricos estão o monóxido de carbono, ozônio, dióxido de carbono, óxido de nitrogênio e os particulados. Alguns destes poluentes surgem principalmente da queima de combustíveis fósseis, particularmente das usinas elétricas a carvão e automóveis. Os óxidos de nitrogênio podem levar a formação de nível de ozônio ao nível do solo.
Doenças causadas pela poluição da água
Amebíase ou desinteria amebiana, ascaradíase ou lombriga, ancilostomose, cólera, desinteria bacilar, esquistossomose, febre amarela, febre paratifóide, febre tifóide, hepatite A, malária, peste bubônica, poliomelite, salmonelose, teníase ou solitária. Todas essas doenças são causadas pela falta de saneamento básico
G5.

Sobrevivência a qualquer custo


O dia-a-dia na usina de tratamento de lixo na Ceilândia não é nada agradável. O odor é insuportável e os catadores que trabalham no local não utilizam nenhum tipo de máscara. Eles inalam o mau cheiro durante todo o tempo em que fazem a separação dos materiais recicláveis. E é por meio da venda desses materiais que várias famílias tiram seu sustento. Eles formam uma associação e são agregados à Central de Cooperativas do DF (CENTCOOP).

Segundo André Luiz, engenheiro florestal com especialização em gestão ambiental, as duas usinas existente no Distrito Federal não são ecologicamente corretas. "O lixo recebido é armazenado de forma indevida, os trabalhadores não utilizam os equipamentos de proteção individual (bota, óculos, luva, protetor auricular e capacete) adequados e a infra-estrutura é muito antiga", diz.

Maria das Graças, catadora há 15 anos, trabalha na usina da Ceilândia e tira de lá o dinheiro para colocar alimento em casa. Ao ser perguntada o que de mais interessante já encontrou no lixo, ela desabafa: "O mais interessante foi encontrar no lixo um meio de sobrevivência".

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) deveria levar apenas resíduos secos e recicláveis para o Centro de triagem, local onde realiza a separação, mas não é isso que acontece. "Os catadores têm contato com tudo que é recolhido e vários trabalhadores adquirem doenças causadas pelo contanto direto com o lixo e pela ausência do uso de equipamentos de proteção", explica Assis Linhares, secretário geral da CENTCOOP.

As associações de catadores passaram a fazer a separação dos materiais recicláveis a partir de 2002, antes eram os próprios garis. "Os catadores não são funcionários do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), é uma categoria independente e estão na rede formada pela gestão do lixo. São os responsáveis pela triagem dos materiais recicláveis, vendem e promovem a reciclagem de forma direta", explica Juliane Berber, chefe da Assessoria de Planejamento Ambiental.

Segundo Assis, a realidade das condições de trabalho dos catadores é ruim porque é uma classe invisível e excluída pela sociedade. Falta cidadania, oportunidade e conhecimento em relação ao trabalho exercido por eles. "Se as associações tivessem gestores qualificados que fizessem um trabalho de conscientização entre os trabalhadores e buscasse mais recursos para melhores condições de trabalho a situação poderia ser melho"?, sugere Assis.

O SLU reconhece a categoria, e está construindo centros de triagem de materiais recicláveis para que estes catadores se formalizem, façam a auto-gestão destes locais e retirem sua renda da venda destes produtos.
No DF, a produção de lixo diária por habitante é cerca de 1,68 kg, sendo que a média nacional é de 0,800g. O SLU pretende reduzir a produção de lixo por meio de campanhas educativas, que também orientará quanto à separação de resíduo orgânico e reciclável.
"Vamos incentivar o reaproveitamento e a reciclagem, implantar de forma gradual e efetiva a coleta seletiva e por fim dar uma destinação final adequada ao rejeito, encaminhando a um aterro sanitário licenciado pelo Governo", almeja a chefe da assessoria de planejamento ambiental.

Museu da Limpeza Urbana
O Museu da Limpeza Urbana, localizado na usina de tratamento da Ceilândia, foi desenvolvido com o intuito de mostrar para a sociedade que o lixo reciclado e separado pode virar arte. A idéia surgiu em 1996; na época eram os garis que faziam a separação do lixo. Eles encontravam durante o trabalho máquina de costura, cédulas de antigas moedas brasileiras e bichinhos de pelúcia e decidiram montar um museu com as peças encontradas.

No museu existem vários modelos de televisões antigas, os primeiros modelos de celulares, a primeira máquina de colocar preço em mercadorias, vários tipos de relógios antigos e até um telex e um computador da década de 1970, todo revestido de madeira.

Hoje são cerca de 300 objetos, nem todos encontrados durante a coleta de lixo. "Muitas pessoas passaram a doar para o museu, é melhor do que jogar na rua", diz a ex-gari Maria Rodrigues, auxiliar administrativa e zeladora do museu.






 G5

OS PERIGOS DOS METAIS PESADOS

O preço que a civilização nos cobra é muito alto. Na busca desenfreada do conforto e do progresso, nos esquecemos de respeitar a natureza e produzimos um alto grau de contaminação ambiental.
Entre as substâncias tóxicas que contaminam nosso organismo estão os metais pesados, os grandes geradores dos radicais livres que vão causar as doenças. Mas até minerais necessários como o cálcio podem se tornar tóxicos em excesso. A biorressonância nos permite descobri-los em seu organismo… e a homeopatia nos permite eliminá-los. Aprenda a conhecê-los e saiba o mal que eles podem causar!

Alumínio - Dormências quando se fica na mesma posição ou se cruza as pernas; grande oleosidade no couro cabeludo e queda de cabelos; descalcificação dos ossos e dentes causando osteoporose; depósitos no cérebro, característicos do mal de Alzheimer - estes são sintomas da contaminação pelo alumínio.
Contaminação: panelas e utensílios de cozinha (proibidos na Europa), latas de refrigerantes e cervejas, comidas congeladas em quentinhas, antiácidos, desodorantes antitranspirantes, leites e sucos de frutas em caixas forradas com alumínio, assim como máquinas de hemodiálise.

Bário - provoca retardo mental nas crianças e perda de memória nos adultos, degeneração das artérias com tendência a derrames e aneurismas, enfraquecimento do fêmur e destruição óssea do maxilar.
Contaminação: venenos para ratos, pigmentos para pintura e cerâmica, certas águas minerais, refrigerantes e cervejas em lata e alguns contrastes radiológicos.

Boro - Salivação, náuseas, vômitos, insuficiência renal, ondas brilhantes diante da vista, encurvamento dos cílios para dentro, produção de leite sem estar amamentando, regras adiantada e corrimento em clara de ovo, psoríase nas unhas e outros sintomas podem ser produzidos por excesso de boro.
Contaminação: ácido bórico usado em inseticidas e em produtos farmacêuticos como a água boricada e polvilhos anti-sépticos.

Cádmio - Causa náuseas, vômitos e diarréia em pequenas proporções, mas a intoxicação crônica pode atacar os rins, levando à perda de proteína, cálculos renais e desmineralização óssea. A perda do olfato e o câncer de próstata são outros aspectos negativos do cádmio, que também provoca hipertensão, toxemia gravídica, redução das defesas imunológicas e dificuldade de aprendizado.
Contaminação: Frutos do mar (especialmente mariscos), cigarros, tintas, soldas, plásticos, etc.

Cálcio - Embora indispensável ao organismo, o consumo excessivo de remédios contendo cálcio causa suores ácidos na cabeça, assaduras, brotoejas, obesidade concentrada no abdome, costas e braços, tártaro e cálculos renais, assim como ansiedade e medo do futuro.
Contaminação: medicamentos à base de cálcio para pediatria, geriatria e osteoporose, como o cálcio de ostras.

Chumbo - Ataca o sistema nervoso, produzindo mania de perseguição e crueldade, tumores cerebrais, câncer de mama, convulsões, alucinações, paralisias e impotência, sem falar nas fortes dores de estômago e cólicas menstruais e intestinais, tornando as fezes finas por contração do ânus.
Contaminação: Produtos para escurecer cabelos, gasolina com chumbo, casas com canos antigos, latas de refrigerantes e cervejas e pigmentos para pintura.

Cobre - Causa asma, cãibras, epilepsia, espasmos, psoríase, hipertensão, deficiência imunológica, esquizofrenia e a doença de Wilson, que se caracteriza por degeneração do fígado e do cérebro.
Contaminação: Piscinas (filtros à base de cobre e colocação nas mesmas de sulfato de cobre e algicidas), assim como canalizações para água quente.

Enxofre - Embora seja o elemento mais encontrado nos cabelos, unhas e pele, a intoxicação pelo enxofre causa dores na coluna e crises de ciática, aliviadas ao deitar-se de lado com as pernas encolhidas. Também causa grande calor nos pés, levando as pessoas a dormir com os mesmos descobertos. Herpes de repetição, perda da memória para nomes próprios, irritabilidade, desatenção com a aparência, falta de asseio, enurese noturna, medo de se afogar e aversão ao banho são outros sintomas da intoxicação pelo enxofre.
Contaminação: sulfas, conservantes de sucos de frutas, polvilhos anti-sépticos, cremes e sabonetes antiacne, uvas e derivados (sucos e vinhos) etc.



G5