domingo, 3 de junho de 2012

RIO+20 

Propõe aos Estados, a sociedade civil e aos cidadãos, estabelecer “os alicerces de um mundo de prosperidade, paz e sustentabilidade”, apontando três temas centrais:
 1. Reforçar os compromissos políticos em favor do desenvolvimento sustentável;
 2. Expor um resumo dos avanços e dificuldades associados à sua implementação;
 3. Analisar as respostas aos novos desafios emergentes das sociedades.
 Duas questões, estreitamente ligadas, colocam-se no alvo da cúpula:
 1. uma economia verde em prol da sustentabilidade e da erradicação da pobreza;
 2. a criação de um marco institucional para o desenvolvimento sustentável.






1°f    G3

Energia Renovável

Energia renovável é aquela originária de fontes naturais que possuem a capacidade de regeneração (renovação), ou seja, não se esgotam.

Como exemplos de energia renovável, podemos citar: energia solar, energia eólica (dos ventos), energia hidráulica (dos rios), biomassa (matéria orgânica), geotérmica (calor interno da Terra) e mareomotriz (das ondas de mares e oceanos).

Ao contrário dos combustíveis não-renováveis (como os de origem fóssil, por exemplo), as fontes de energias renováveis, no geral, causam um pequeno impacto (poluição, desmatamento) ao meio ambiente. Portanto, são excelentes alternativas ao sistema energético tradicional, principalmente numa situação de luta contra a poluição atmosférica e o aquecimento global.

SOLAR: A energia do sol é transformada em eletricidade via um dispositivo eletrônico chamado  célula fotovoltaica.

Prós: Fonte de energia inesgotável e bastante eficaz.

Contra: Sem fornecimento durante a noite e diminuição de produção em  períodos de chuva e neve.



EÓLICA: O vento gira as pás de um gigantesco catavento, que aciona um gerador, produzindo corrente elétrica.

Prós: Fonte inesgotável de energia.

Contras: Poluicão visual e às vezes sonora. Morte de pássaros.



MARÉS: As águas do mar movimentam uma turbina que aciona um gerador de eletricidade, num processo similar ao da energia eólica.

Prós: fonte de energia abundante.

Contras: a diferença de nível das mares ao longo do dia deve ser de ao menos 5 metros; produção irregular devido ao ciclo da maré.



 BIOGÁS: Transformação de excrementos animais e lixo orgânico, como restos de alimentos, em uma mistura gasosa, que substitui o gás de cozinha, derivado do petróleo.

Prós: substitui diretamente o petróleo; dá um fim ecológico ao lixo orgânico; gera fertilizante.

Contra: o gás é difícil de ser armazenado.



BIOCOMBUSTÍVEIS : Geração de etanol e biodiesel para veículos automotores a partir de produtos agrícolas (como semente de mamona e cana-de-acúcar) e cascas, galhos e folhas de árvores,que sofrem processos físico-químicos.

Prós: substitui diretamente o petróleo.

Contra: produção da matéria-prima ocupa terras destinadas a plantio de alimentos.

Grupo 3 

Fontes de Energia

Introdução

Em nosso planeta encontramos diversos tipos de fontes de energia. Elas podem ser renováveis ou esgotáveis. Por exemplo, a energia solar e a eólica (obtida através dos ventos) fazem parte das fontes de energia inesgotáveis. Por outro lado, os combustíveis fósseis (derivados do petróleo e do carvão mineral) possuem uma quantidade limitada em nosso planeta, podendo acabar caso não haja um consumo racional.
Principais fontes de energia

- Energia hidráulica – é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d`água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.

- Energia fóssil – formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.

- Energia solar – ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.

- Energia de biomassa – é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.

- Energia eólica – gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. È uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.

- Energia nuclear – o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo.Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.

- Energia geotérmica – nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.

- Energia gravitacional – gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta, será uma das principais fontes de energia do planeta.

Grupo 3 

Proibição do uso da sacola plástica

Justiça suspende lei que proíbe
sacolas plásticas no comércio de SP

Segundo os comerciantes, 77% da categoria é contra a proibição das sacolas.
A Justiça de São Paulo suspendeu, por tempo indeterminado, a determinação que proíbe o uso de sacolas plásticas no comércio da capital paulista. A lei foi suspensa a pedido do sindicato de materiais plásticos. Segundo os comerciantes, 77% da categoria é contra a proibição das sacolas.
A Câmara dos Vereadores de São Paulo aprovou o projeto de lei no dia 17 de maio. A regra passaria a valer a partir de 1º de janeiro de 2012. A multa para quem descumprir a lei vai de R$ 50 a R$ 50 milhões. A proposta, que é um texto substitutivo do projeto de lei 496 de 2007, foi aprovada com 31 votos a favor, cinco contra e 12 abstenções.

O objetivo é incentivar o uso de sacolas retornáveis ou de material resistente. A Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente seria a responsável por fiscalizar o cumprimento da norma. A lei não se aplicaria a produtos alimentícios vendidos a granel e às embalagens de produtos alimentícios que podem verter água.




Nomes: Edmar Bento
            Fabiane da Silva
           Katielly Dohi
           Renula Barros
           Wellington Danilo
           Yasmin Oliveira

O que é a Rio+20


O que é a Rio+20 
Rio+20 é o nome da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro de 13 a 22 de junho de 2012. Deverão participar líderes dos 193 países que fazem parte da ONU.

Objetivo
O principal objetivo da Rio+20 é renovar e reafirmar a participação dos líderes dos países com relação ao desenvolvimento sustentável no planeta Terra. É portanto uma segunda etapa da Cúpula da Terra (ECO-92) que ocorreu há 20 anos na cidade do Rio de Janeiro.

Principais temas que serão debatidos:

- Balanço do que foi feito nos últimos 20 anos em relação ao meio ambiente;
- Ações para garantir o desenvolvimento sustentável do planeta;
- Maneiras de eliminar a pobreza;
- A governança internacional no campo do desenvolvimento sustentável.



Nomes: Edmar Bento
            Fabiane da Silva
            Katielly Dohi
            Renula Barros
            Wellington Danilo
            Yasmin Oliveira

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Rio + 20 Eco 92


O que é?

Um grande evento de debate ambiental foi a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada entre os dias 3 e 14 de junho de 1992, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. O evento, que ficou conhecido como ECO-92 ou Rio-92, fez um balanço tanto dos problemas existentes quanto dos progressos realizados, e elaborou documentos importantes que continuam sendo referência para as discussões ambientais. A ECO-92 contou com um grande número de Organizações Não Governamentais (ONGs), que realizaram de forma paralela o Fórum Global, que aprovou a Declaração do Rio (ou Carta da Terra). Duas importantes convenções foram aprovadas durante a ECO-92: uma sobre biodiversidade e outra sobre mudanças climáticas. Outro resultado de fundamental importância foi a assinatura da Agenda 21, um plano de ações com metas para a melhoria das condições ambientais do planeta.
              A Agenda 21 consiste em um acordo estabelecido entre 179 países para a elaboração de estratégias que objetivem o alcance do desenvolvimento sustentável.
Esse documento está estruturado em quatro seções:

- Dimensões sociais e econômicas;
- Conservação e gestão dos recursos para o desenvolvimento;
- Fortalecimento do papel dos principais grupos sociais;
- Meios de implementação.

João Victor Masalskas Grupo G2

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Rio+20 (eco 92)

                                             RIO + 20
O interessante relatório "Keeping track of our changing Environment: From Rio to Rio +20" mostra o que mudou nesses 20 anos após a Eco-92, quando foram estabelecidos os princípios para o desenvolvimento sustentável.


O crescimento econômico passou a refletir aspectos ligados ao consumo de recursos naturais e a destinação dos resíduos gerados. Dos primeiros computadores pessoais aos atuais tablets, o relatório mostra o que mudou em termos de avanço de tecnologia, crescimento da população, produção de alimentos, diminuição da biodiversidade e o como tudo isso vem afetando o meio ambiente. Confirma a necessidade de melhoria da coleta e monitoramento dos dados ambientais a fim de fornecer informações confiáveis ​​e relevantes para tomada de decisão ligada a políticas públicas e soluções de flexibilidade, cooperação e inovação. 

A Rio+20 é uma oportunidade de envolvimento e compromisso para que o jargão “desenvolvimento sustentável” não seja apenas um jargão.                          GRUPO:04                                                      

Paraenses vão ter fórum para propostas para Rio+20

Discutir as questões socioambientais é dever de todos. O assunto, por sinal, tem sido recebido cada vez com mais interesse pelos cidadãos, pelo setor empresarial e pelo poder público. Nesse contexto, a Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável vai reunir Chefes de Estado no Rio de Janeiro, no próximo mês de junho. Mas para garantir que a reunião não seja fechada e restrita a eles, a sociedade civil está se organizando para também ter voz no evento. A Rede Brasil Amazônia de Comunicação através do Diário do Pará e da RBA TV também se mobilizaram para assegurar participação da sociedade paraense na Conferência.

O grupo irá promover nos dias 11 e 12 de junho um seminário que discutirá os temas da Rio+20, pela visão e anseios dos paraenses, o Fórum Pará + Rio + 20. Serão dois dias de debates entre jornalistas, sociólogos, cientistas, representantes das classes empresariais - em especial, as empresas de mineração, como a Vale - representantes dos órgãos governamentais, do Poder Executivo, do Poder Judiciário e da sociedade civil.

Serão quatro eixos principais de discussão: a educação e ciência para um futuro sustentável da Amazônia; a conservação da biodiversidade; a importância da água para o desenvolvimento sustentável e uma política pública voltada à sustentabilidade

tauana grupo 1

Energia renovável

                                         Energia renovável           
A energia renovável é a energia que vem de recursos naturais como sol, vento, chuva, marés e energia geotérmica, que são recursos renováveis (naturalmente reabastecidos). Em 2008, cerca de 19% do consumo mundial de energia veio de fontes renováveis, com 13% provenientes da tradicional biomassa, que é usada principalmente para aquecimento, e 3,2% a partir da hidroeletricidade.Novas energias renováveis (pequenas hidrelétricas, biomassa, eólica, solar, geotérmica e biocombustíveis) representaram outros 2,7% e este percentual está crescendo muito rapidamente.A percentagem das energias renováveis na geração de eletricidade é de cerca de 18%, com 15% da eletricidade global vindo de hidrelétricas e 3% de novas energias renováveis.
A energia do Sol é convertida de várias formas para formatos conhecidos, como a biomassa (fotossíntese), a energia hidráulica (evaporação), a eólica (ventos) e a fotovoltaica, que contêm imensa quantidade de energia, e que são capazes de se regenerar por meios naturais.GRUPO:04

Sustentabilidade

                                   Sustentabilidade                                                                      Os projetos de sustentabilidade ambiental visam à satisfação das necessidades da geração presente sem comprometer a capacidade das futuras, enquanto preservando a característica custo-benefício às empresas e empreendimentos.
Sustentabilidade é de fato um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade de aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana que, preservam a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo em sua manutenção. Estes projetos de sustentabilidade ambiental são um meio de configurar as atividades humanas, de tal forma que a sociedade e as suas economias possam satisfazer as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente.
Um empreendimento sustentável deve obedecer a quatro requisitos básicos de projetos de sustentabilidade ambiental:
Sustentabilidade
Para uma melhor compreensão sobre projetos de sustentabilidade ambiental é necessário distinguir eficiência ambiental e sustentabilidade                                                                                                                                    Grupo:04